Kits para
detecção de variantes alélicas de CYP2D6, CYP2C9, CYP2C19, CYP1A1, CYP2E1, NAT2, DPD
Introdução:
A análise de variantes alélicas em genes que codificam enzimas metabolizadoras de xenobióticos foi reconhecida como uma poderosa ferramenta na determinação de possíveis reações tóxicas de pacientes em tratamentos individualizados e também na escolha individual de um medicamento apropriado, visando um tratamendo mais adequado.
A análise mais popular consiste na detecção de variantes alélicas para os diversos genes CYP e também na detecção de polimorfismos de genes que codificam enzimas metabolizadoras de fase II. A análise é altamente recomendada antes do tratamento do cancer por quimioterapia (análise de variantes DPD, CYP, NAT), antes da seleção de drogas contra a depressão (variantes CYP e NAT) e antes da prescrição de beta-bloqueadores para pacientes com doenças cardiovasculares.
Benefícios:
- aumenta a chance do sucesso terapêutico.
- Diminui a chance de aparecimento de efeitos colaterais severos devido ao uso de medicamentos.
- Melhora a segurança dos pacientes.
OS GENES TESTADOS HOJE PODEM SER IMPORTANTES PARA OS REMÉDIOS QUE SEUS PACIENTES USARÃO AMANHÃ!
Todos os reagentes são liofilizados e estabilizados, facilitando o seu uso, estocagem e transporte.
Princípio do teste
Cada kit contém 100 tubos com Master Mix liofilizados, com os seguintes componentes:
- 4 primers para PCR alelo-específico.
- dNTP’s.
- Sais especiais e estabilizadores.
- bromphenol blue para aplicação em gel de agarose.
- Tubo separado de tampão de diluição.
- Taq DNA polimerase mais inibidores de Taq DNA sensíveis ao calor.
- O master mix pode ser transportado a temperatura ambiente (+15-30 °C) por mais que 1 ano sem alteração na performance de detecção da mutação.
- Para dar início à PCR, deve-se adicionar DNA genômico, tampão de diluição e água. Após à PCR, o produto ser aplicado em gel de agarose.
- O tamanho dos fragmentos indicarão a presença ou ausência da mutação na amostra estudada.
Cada kit é projetado para a detecção de uma mutação específica. A detecção da mutação é baseada na PCR tetra primer alelo-específico. Primers flanqueadores permitem a amplificação de uma região de consenso que engloba a possível mutação em todos os casos. Primers internos podem discriminar o alelo mutante de um alelo tipo selvagem pelos tamanhos de amplicons correspondentes (Figura 1):

Detecção de variantes alélicas de CYP2D6, CYP2C9, CYP2C19, CYP1
Para iniciar a PCR, deve-se apenas adicionar DNA genômico, tampão de diluição e água. Após a PCR, o produto deve ser aplicado em gel de agarose. Os tamanhos dos fragmentos indicarão a presença ou ausência da mutação na amostra estudada.
Detecção de variantes alélicas de CYP2D6, CYP2C9, CYP2C19, CYP1
Catalogo# |
Gene |
Mutação |
Tamanho |
G1126 |
GSTM1 - GCTT1 |
del |
100 testes |
G1127 |
GSTP1 |
A313G |
100 testes |
C1128 |
CYP 1A1 |
A4889G |
100 testes |
C1129 |
CYP 2E1 |
C1091T |
100 testes |
C1130 |
CYP 2C9*2 |
C>T |
100 testes |
C1131 |
CYP 2C9*3 |
A>C |
100 testes |
C1132 |
CYP 2C19*2 |
G>A |
100 testes |
C1133 |
CYP 2C19*3 |
G>A |
100 testes |
C1134 |
CYP 2C19*4 |
A>G |
100 testes |
C1135 |
CYP 2D6*3 |
A>C |
100 testes |
C1136 |
CYP 2D6*4 |
G>A |
100 testes |
C1137 |
CYP 2D6*5 |
del |
100 testes |
C1138 |
CYP 2D6*6 |
T>G |
100 testes |
C1139 |
CYP 2D6*7 |
A>C |
100 testes |
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